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20/01

Estudo aponta crescimento da categoria de moda no Mercado Livre

Segundo a empresa, a seção de produtos fashion representa sua quarta maior "cesta de consumo".

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O Mercado Livre tem se mostrado uma plataforma e tanto para os consumidores de moda. Atualmente, o segmento fashion representa a quarta maior “cesta de consumo” do site de compras e vendas on-line. As informações são resultado de um estudo realizado pela MeliData, área da unidade de negócios de publicidade da empresa, Mercado Ads. Segundo a pesquisa, 27 milhões de usuários estão interessados nas opções da seção de moda do marketplace, o maior da América Latina. As medidas de distanciamento social também têm sua parcela de impacto na procura dos clientes.

Procura por produtos de moda

Diariamente, são mais de 4 milhões de pesquisas por produtos de moda no Mercado Livre – a cada hora, são 245 mil buscas; por minuto, são 4 mil. Entre os meses de junho e agosto do ano passado, de acordo com os dados do estudo, 7 a cada 10 consumidores à procura de itens desse segmento acessaram a plataforma.

Na comparação entre 2020 e 2019, o ramo de moda cresceu 54% dentro do “Meli” – é a seção que leva mais novos usuários para o site. A cada mês, foram vendidas 3 milhões de unidades de produtos e recebeu 2,6 milhões de ordens de compra. Em relação às principais categorias, o índice de recompra neste caso supera 50%.

Os produtos que mais geram faturamento neste segmento são sapatos (28%), moda íntima e lingerie (12%), bagagem e bolsas (9%), calças (8%) e camisetas e blusas (5%). Só os calçados acumulam 30 milhões de cliques mensais – uma demanda maior do que a de carros e caminhonetes, por exemplo. Mais procuradas do que consoles de videogame, malas e carteiras geram 6,5 milhões de buscas por mês. As calças, por sua vez, com 6 milhões de consultas mensais, são mais pesquisadas que relógios smart.

Conforto e isolamento social

A coluna mostrou diversas vezes que o conforto foi a tendência predominante em 2020, como resultado da quarentena imposta pela pandemia de Covid-19. Com as buscas por moda no Mercado Livre, não foi diferente. Os looks comfy tiveram um grande destaque na plataforma.

Segundo o vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil, Fernando Yunes, a procura por peças confortáveis, como os moletons, foi três vezes maior durante o período de isolamento social. “Esses itens são a terceira maior fonte de novos compradores de moda, e a sétima categoria mais vendida dentro da seção”, informou, em comunicado de imprensa.

O estudo promovido pela plataforma revelou, ainda, que 90% dos consumidores que estão em busca de produtos de moda no e-commerce não estão interessados em marcas específicas. Dessa forma, grande parte das pesquisas costuma ter termos genéricos. Esse dado representa o que a empresa chama de “potencial de desenvolvimento”.

“Mostra a grande oportunidade para os vendedores do ecossistema. Muitos consumidores não estão em busca de etiquetas, o que possibilita uma fidelização a um novo anunciante”, completou o executivo.

Perfil dos consumidores

Mulheres formam a maioria (58%) dos consumidores de moda do Mercado Livre, com uma faixa de idade majoritária entre 25 a 44 anos (54%). Uma parcela de 30% dos compradores desse segmento, inclusive, é bem leal à plataforma. De acordo com o estudo, aqueles que gastam com moda costumam fazer três compras ao ano e levam três produtos no carrinho. O ticket médio é de R$ 92.

O período entre 19h e 23h é o favorito dos consumidores de produtos fashion, com total de 29%. Na maioria das vezes (62% dos casos), o pagamento é feito por meio do cartão de crédito. Além disso, 73% das aquisições são realizadas por meio do aplicativo do Mercado Livre.

“Não é por acaso que o push notification é o formato publicitário de maior sucesso para a moda. Ele atrai três vezes mais visitas às lojas oficiais, gera um crescimento no volume bruto de mercadoria de até quatro vezes, e possibilita um retorno médio de investimento três vezes maior”, acrescentou Fernando Yunes.

Sobre o Mercado Livre

O Mercado Livre foi fundado na Argentina em 1999, mesmo ano em que chegou ao Brasil, Uruguai e México. No ano seguinte, expandiu-se para outros países da América Latina. Atualmente, a plataforma de compra e vendas reúne 76,1 milhões de usuários e mais de 12 milhões de vendedores, com cerca de 1,5 mil categorias e subcategorias de produtos.

No Brasil, o marketplace recebe aproximadamente 52 milhões de visitantes únicos mensais, informam dados da Similar Web de julho de 2020. Além do e-commerce, a empresa atua em outras pontas, como o Mercado Pago, Mercado Envios, Mercado Livre Veículos, Imóveis e Serviços, Mercado Ads e Mercado Shops.

Colaborou Hebert Madeira

Fonte:

Metrópoles

Autor:

por Ilca Maria Estevão


Fonte: Industria Textil e do Vestuário - Textile Industry News